Jackson Pinto falou com a imprensa após deixar delegacia e disse estar arrependido do crime.

ackson Pinto da Silva, de 38 anos, acusado confesso de matar a esposa asfixiada e enterrá-la no quintal de uma casa em Cuiabá, deixou a Delegacia de Estelionato alegando que “perdeu a cabeça” e se dizendo arrependido de ter cometido o crime: “Sinto muito”.

Ela me afastou de todo mundo da minha família, ela me proibiu de ver o meu filho. Com o tempo, eu perdi a cabeça e aí eu fiz besteira

Apesar de permanecer em silêncio durante o depoimento formal, segundo o delegado Marlon Nogueira, Jackson respondeu às perguntas dos jornalistas que o aguardavam do lado de fora.

“Ela me afastou de todo mundo da minha família, ela me proibiu de ver o meu filho. Com o tempo, eu perdi a cabeça e aí eu fiz besteira”, disse ele aos repórteres.

Ao ser questionado se estava arrependido de ter cometido o crime, ele disse: “Lógico que eu estou arrependido”.

Em seguida, outro jornalista questiona se ele “faria isso de novo?”, e Jackson dispara: “Lógico que não, está doido!”.

“Sinto muito, gente”, finalizou ao entrar na viatura.

Jackson foi levado para o Fórum da Capital, onde passará por audiência de custódia ainda nesta tarde.

O caso

A empresária Nilza Moura de Sousa Antunes, de 64 anos, foi morta por enforcamento com uma abraçadeira plástica, conhecida como “enforca-gato”.

O corpo de Nilza foi encontrado nesta terça-feira (5), enterrado no quintal de uma casa no Bairro Parque Cuiabá, na Capital, a cerca de dois metros de profundidade.