Reajustes inflacionários da RGA não concedidos em governos anteriores gerariam uma defasagem salarial, indicada por estudos, de cerca de 19,59%. Segundo o governador uma despesa de R$ 4 bilhões, o que argumenta que quebraria o caixa do Estado em dois meses.
O governador Mauro Mendes (União) criticou hoje (11), que a promessa do senador Wellington Fagundes (PL), que é pré-candidato ao Governo de Mato Grosso, de que se eleito, iria quitar o retroativo da RGA dos servidores, teria como consequência quebrar o Estado.
“Acho engraçado, alguns políticos querem reduzir receita e aumentar despesa. Vai quebrar o Estado. Político assim quebra o Estado. Pedro Taques quebrou e Wellington está indo pelo mesmo caminho que Pedro Taques, vai quebrar o Estado. É isso que ele quer, ser o Pedro Taques dois? Porque é o caminho que ele está propondo”, detonou.
Reajustes inflacionários da RGA não concedidos em governos anteriores gerariam uma defasagem salarial, indicada por estudos, de cerca de 19,59%. Segundo o governador uma despesa de R$ 4 bilhões, o que argumenta que quebraria o caixa do Estado em dois meses.
Mauro ainda comentou sobre o peso do perfil de gestor ideal, independente de apoio presidenciável.
“Lula e Bolsonaro não sentam na cadeira para administrar. Quem ganhar a eleição tem que ter competência, honestidade, tem que ter capacidade tem que ter um monte de coisa, porque é essa pessoa que vai governar”,








