Vereadora cobra provas de Abilio sobre R$ 4 mi e questiona: “Onde meninas estupradas são acolhidas em Cuiabá?”

O confronto entre a vereadora Maysa Leão (Republicanos) e o prefeito Abilio Brunini (PL) tomou os corredores da Câmara Municipal de Cuiabá nesta terça-feira (10.02). Diante da imprensa, durante sessão ordinária, a parlamentar exigiu que o gestor provasse suas acusações de que ela teria participado de esquema envolvendo repasse federal de R$ 4 milhões a uma entidade assistencial com vínculos políticos ao seu mandato. O embate misturou denúncias de irregularidades em recursos públicos, violência política de gênero e omissão municipal no atendimento a vítimas de estupro.

Abilio afirmou que cerca de R$ 4 milhões do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) foram destinados ao Instituto Lírio, cuja presidente teria atuado como coordenadora de campanha da vereadora. O prefeito disse ter tratado do assunto em entrevistas anteriores e defendeu apuração do caso.

“Fala o nome. Você precisa provar o que está falando”, disparou Maysa, acusando Abilio de fazer ilações públicas sem fundamento. A vereadora negou irregularidades e afirmou que o Instituto Lírio participou de projeto nacional aberto a diversas instituições, sendo selecionado conforme regras estabelecidas.

O prefeito também questionou a presença de uma adolescente em atividade do instituto, indagando se Maysa sabia tratar-se de menor de idade. A parlamentar disse desconhecer o fato e afirmou ter sido absolvida pelo Ministério Público no episódio.

Maysa destacou que o Instituto Lírio atua há mais de uma década no acolhimento de mulheres e crianças vítimas de violência, tendo atendido dezenas de milhares de pessoas. Segundo ela, o projeto citado por Abilio envolve a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e não é gerido diretamente pela presidente da entidade, o que afastaria qualquer ingerência política.

A vereadora acusou o prefeito de praticar violência política de gênero ao expor o assunto publicamente sem provas. “Se você sabe de um ilícito, vá ao Ministério Público. Faça a denúncia”, declarou, afirmando que, caso as acusações persistam sem comprovação, tomará medidas cabíveis.

O prefeito também questionou a presença de uma adolescente em atividade do instituto, indagando se Maysa sabia tratar-se de menor de idade. A parlamentar disse desconhecer o fato e afirmou ter sido absolvida pelo Ministério Público no episódio.

Maysa destacou que o Instituto Lírio atua há mais de uma década no acolhimento de mulheres e crianças vítimas de violência, tendo atendido dezenas de milhares de pessoas. Segundo ela, o projeto citado por Abilio envolve a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e não é gerido diretamente pela presidente da entidade, o que afastaria qualquer ingerência política.

A vereadora acusou o prefeito de praticar violência política de gênero ao expor o assunto publicamente sem provas. “Se você sabe de um ilícito, vá ao Ministério Público. Faça a denúncia”, declarou, afirmando que, caso as acusações persistam sem comprovação, tomará medidas cabíveis.

Fonte: VGN