🚨 ESCÂNDALO NO AGRO: JUSTIÇA DECRETOU PRISÃO DE EMPRESÁRIOS EM INVESTIGAÇÃO DE FRAUDE MILIONÁRIA COM GRÃOS

Uma decisão judicial que circula nos bastidores do agronegócio mato-grossense revelou que três empresários ligados ao setor tiveram suas prisões preventivas decretadas pela Justiça, no âmbito de uma investigação que apura um suposto esquema milionário envolvendo negociações de grãos.

A ordem judicial determinou a prisão de:

  • Pedro Henrique Cardoso

  • Sergio Pereira Assis

  • Mário Sergio Cometki Assis

A decisão foi fundamentada nos artigos 311, 312 e 313, inciso I, do Código de Processo Penal, dispositivos que autorizam a prisão preventiva quando presentes indícios de autoria, prova da materialidade do crime e risco decorrente da liberdade dos investigados.


💰 INVESTIGAÇÃO APONTA ROMBO MILIONÁRIO NO SETOR DE GRÃOS

De acordo com os fundamentos apresentados na decisão judicial, as investigações apontaram um prejuízo superior a R$ 70 milhões em operações relacionadas à comercialização de grãos.

Entre os elementos citados nos autos analisados pelo Judiciário estariam:

  • contratos de compra e venda de grãos

  • cédulas de crédito bancário

  • dezenas de notas fiscais de repasse de produção agrícola

  • comprovantes de movimentações financeiras

Esse conjunto documental foi considerado suficiente para indicar a materialidade dos crimes investigados e indícios de participação dos empresários nas operações questionadas.


⚠️ JUSTIÇA APONTA POSSÍVEL ASSOCIAÇÃO CRIMINOSA

Na fundamentação da decisão, o magistrado registrou que os elementos reunidos na investigação indicariam uma atuação organizada e estruturada, que em tese poderia caracterizar associação criminosa voltada à prática de estelionato no mercado agrícola.

Segundo os autos, as operações investigadas teriam ocorrido sob o manto de empresas utilizadas nas negociações de grãos, levantando suspeitas de que a estrutura empresarial teria sido utilizada para viabilizar as transações questionadas.

A decisão também menciona a prática conhecida como “liquidação predatória”, modalidade em que produtos adquiridos são rapidamente revendidos por valores abaixo do custo, o que pode gerar prejuízos significativos nas cadeias comerciais do agronegócio.

Para o juízo responsável, a dimensão das operações investigadas poderia afetar não apenas a vítima direta, mas também produtores rurais e a economia regional.


🌎 DECISÃO TAMBÉM MENCIONA RISCO DE FUGA

Outro ponto destacado na decisão foi a existência de indícios de risco de fuga para o exterior, circunstância considerada relevante para justificar a decretação da prisão preventiva.

O magistrado ressaltou que, embora a prisão preventiva seja uma medida excepcional no sistema jurídico brasileiro, ela pode ser aplicada quando presentes os requisitos conhecidos como fumus comissi delicti (indícios da prática criminosa) e periculum libertatis (risco decorrente da liberdade do investigado).


📜 MANDADOS DE PRISÃO FORAM EXPEDIDOS

Na decisão judicial, também foi determinada a expedição imediata dos mandados de prisão, com registro no Banco Nacional de Mandados de Prisão (BNMP), sistema mantido pelo Conselho Nacional de Justiça para controle nacional das ordens de captura.


🔎 REPERCUSSÃO NOS BASTIDORES DO AGRONEGÓCIO

A revelação de que empresários do setor tiveram prisões preventivas decretadas em investigação envolvendo dezenas de milhões de reais gerou forte repercussão nos bastidores do agronegócio.

O caso passou a circular entre produtores rurais, corretores de grãos e agentes do mercado agrícola, levantando questionamentos sobre o alcance das operações investigadas e os possíveis impactos nas relações comerciais do setor.

Por tramitar sob sigilo judicial, detalhes mais aprofundados do processo ainda não foram oficialmente divulgados.


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