Vereadora afirma que pedido protocolado por Demilson Nogueira tem falhas regimentais.

A disputa pela instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar contratos da Secretaria Municipal de Educação de Cuiabá ganhou um novo capítulo nesta terça-feira (02.06). A vereadora Maysa Leão (Republicanos) afirmou que o vice-líder do prefeito Abilio Brunini (PL) na Câmara, Demilson Nogueira (PP), não poderá presidir a comissão proposta por seu grupo porque não assinou o próprio requerimento apresentado ao Legislativo.

A declaração foi dada durante entrevista à imprensa, na qual a parlamentar defendeu a validade da CPI protocolada por ela para apurar supostas irregularidades envolvendo contratos da Educação entre 2021 e 2025.

Segundo Maysa, um levantamento jurídico realizado por sua equipe identificou precedentes dentro da própria Câmara de Cuiabá que indicam que a ordem de protocolo é definida pelo momento em que a proposta alcança o número mínimo de assinaturas necessárias para tramitação. A vereadora argumenta que seu requerimento atingiu primeiro o número mínimo exigido e conta atualmente com 11 apoiadores.